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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
MENINOS MAROTOS…

(Esta é a história de natal que o André me contou e eu escrevi no computador)

 

Era dia de Natal. Na fábrica dos brinquedos os duendes estavam a trabalhar.

Entretanto chagaram à fábrica três meninos para escrever na lista do Pai-Natal os seus nomes.

Mas eles não tinham a chave da porta do quarto do Pai-Natal onde ele guardava a lista dos nomes. Tanto procuraram que encontraram a chave. Abriram a porta e escreveram os seus nomes na tal lista.

Os duendes ainda não tinham acabado de construir os brinquedos. Porém, alguns já estavam arrumados no saco do Pai-Natal.

Os meninos correram em direcção à saída da fábrica e foram de encontro a uns bonecos que tinham umas chaves dentro deles. Eles bateram nos bonecos e as chaves espalharam-se. E a chave do quarto do Pai-Natal caiu no meio das outras. Procuraram a chave especial até que a encontraram.

Dirigiram-se ao quarto do pai-Natal e colocaram a chave no seu lugar.

Foram-se embora, mas com algum medo de serem castigados. Todavia o Pai-Natal esqueceu-se de os castigar.

 

 

André Costa

 



publicado por bernardetecosta às 11:21
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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010
TEATRO INFANTIL - O PAI-NATAL VEM À ESCOLA

    

 

O PAI-NATAL VEM À ESCOLA

 

A cena decorre numa sala de aula, onde a professora e uma turma de crianças do 2ºano cumprem com as suas tarefas escolares)

Ouve-se bater à porta.

 

Menino – Ouvem? Estão a bater à porta!

Todos - Quem será?

Menino – Já vamos ver.

 

(Vai abrir a porta, depois da mestra anuir com um gesto)

 

Pai-Natal – Oh! Oh! Oh!, aqui estou. E bem acompanhado!

Super-Homem – Sou eu, sou! Com a minha super-ajuda o Pai- Natal será mais despachado!

 

(Os meninos ficam muito surpreendidos e ouvem-se vozes de espanto)

 

Pai-Natal Então, meninos! Digam ao super-homem “muito obrigado”. É que sou muito velho e estou muito cansado!

Todos – Obrigados Super-homem!....

Menina – Senta-te nesta cadeira, Pai-Natal!

Pai-Natal – Bem preciso. Muito obrigado, menina.

Ora vamos lá ver se temos prendas para todos!...

Menina – Pai-Natal trouxeste o que pedi? A mais bela Barby que já vi?

Pai-Natal – Oh! Oh! Oh!, está aqui, está aqui!

Menino – E para mim? Pedi-te uma guitarra!

Pai-Natal – Procura aí super-homem, dá a guitarra que canta como uma cigarra!

Menino –  Pai-Natal, só quero paz para o mundo.

Pai-Natal – Hum! super-homem procura bem aí no fundo. Bem difícil será de encontrar!

Super-Homem – Aqui não encontro. O homem só pensa em lutar!

Pai-Natal – Não fiques triste, menino. Alguma paz se há-de arranjar.

Menina – Eu Pai-Natal, falei-te duma casinha de bonecas...

Super-Homem – Aqui tens. Mas as bonecas são todas carecas!!!

Menino – Eu… desejava tanto  um mundo melhor. Há tantos meninos com fome!!!

Pai-Natal – Ah!, a tua carta estava cheia de amor ! Só te esqueceste de pôr o nome!

Menina – Pai-Natal, não te esqueceste daquela jóia preciosa, pois não?

 

Pai-Natal – Aqui a tens. Mas não deves ser tão vaidosa.

Menino – Eu, Pai-Natal, queria que o Benfica fosse campeão!!!....

Super-homem – Ah! Aquela carta tão divertida! Diz lá, Pai-Natal, qual a tua intenção!

Pai-Natal – Hm!... Para já ficas com este cachecol como recordação.

Menina – Eu sou muito estudiosa. Pedi-te uma caneta maravilhosa.

Pai-Natal – Aí super-homem, essa caneta cor-de-rosa.

Menino – Pai-Natal, trouxeste a minha bola de futebol?

Pai-Natal – Vê lá, super- homem, se consta do meu rol. Não há sábado sem sol nem menino sem futebol.

Menina – Eu queria, eu queria...saúde para a minha avó!

Pai-Natal – Claro, vou tratar disso. Mas não a deixes ficar só.

Menina – Pai-Natal...eu não tenho coragem...

Pai-Natal - Diz lá, menina. Queres fazer uma viagem?

Menina – Não, Pai-Natal. Eu queria ser uma super-mulher. Ajudar-te sempre no que puder e voar por esse mundo fora. E sempre que visse guerra e luta, usar o meu poder e a minha força lembrando aos homens que, pelo menos no Natal, se devem esquecer de fazer mal.

Pai-Natal – Oh! Oh! Oh! Agora, já tenho super-homem e super-mulher. Vamos os três embora. Nossa tarefa é cumprida.

Super-homem – Espera aí Pai-Natal que meu fato é especial. Preciso de duas palavras mágicas para dar a partida: acatrapá, acatrapim...

Menina – Esperem por mim...Preciso de ir à costureira… Ser super-mulher não é nenhuma brincadeira!

 

(Saem os três muito entusiasmados, o Pai Natal deixando o seu eco reconhecido. HO!HO!HO!, enquanto o super-homem agarra fortemente na Menina  e leva-a pelo ar…)

 

 

FIM

 

Bernardete Costa

 

                  



publicado por bernardetecosta às 17:38
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