. COITADAS DAS FLORES DO JA...
. O PRESÉPIO ONDE FALTAVAM ...
. O NOME SEM MENINO E O MEN...
(Esta é a história de natal que o André me contou e eu escrevi no computador)
Era dia de Natal. Na fábrica dos brinquedos os duendes estavam a trabalhar.
Entretanto chagaram à fábrica três meninos para escrever na lista do Pai-Natal os seus nomes.
Mas eles não tinham a chave da porta do quarto do Pai-Natal onde ele guardava a lista dos nomes. Tanto procuraram que encontraram a chave. Abriram a porta e escreveram os seus nomes na tal lista.
Os duendes ainda não tinham acabado de construir os brinquedos. Porém, alguns já estavam arrumados no saco do Pai-Natal.
Os meninos correram em direcção à saída da fábrica e foram de encontro a uns bonecos que tinham umas chaves dentro deles. Eles bateram nos bonecos e as chaves espalharam-se. E a chave do quarto do Pai-Natal caiu no meio das outras. Procuraram a chave especial até que a encontraram.
Dirigiram-se ao quarto do pai-Natal e colocaram a chave no seu lugar.
Foram-se embora, mas com algum medo de serem castigados. Todavia o Pai-Natal esqueceu-se de os castigar.
André Costa
O PAI-NATAL VEM À ESCOLA
A cena decorre numa sala de aula, onde a professora e uma turma de crianças do 2ºano cumprem com as suas tarefas escolares)
Ouve-se bater à porta.
Menino – Ouvem? Estão a bater à porta!
Todos - Quem será?
Menino – Já vamos ver.
(Vai abrir a porta, depois da mestra anuir com um gesto)
Pai-Natal – Oh! Oh! Oh!, aqui estou. E bem acompanhado!
Super-Homem – Sou eu, sou! Com a minha super-ajuda o Pai- Natal será mais despachado!
(Os meninos ficam muito surpreendidos e ouvem-se vozes de espanto)
Pai-Natal – Então, meninos! Digam ao super-homem “muito obrigado”. É que sou muito velho e estou muito cansado!
Todos – Obrigados Super-homem!....
Menina – Senta-te nesta cadeira, Pai-Natal!
Pai-Natal – Bem preciso. Muito obrigado, menina.
Ora vamos lá ver se temos prendas para todos!...
Menina – Pai-Natal trouxeste o que pedi? A mais bela Barby que já vi?
Pai-Natal – Oh! Oh! Oh!, está aqui, está aqui!
Menino – E para mim? Pedi-te uma guitarra!
Pai-Natal – Procura aí super-homem, dá a guitarra que canta como uma cigarra!
Menino – Pai-Natal, só quero paz para o mundo.
Pai-Natal – Hum! super-homem procura bem aí no fundo. Bem difícil será de encontrar!
Super-Homem – Aqui não encontro. O homem só pensa em lutar!
Pai-Natal – Não fiques triste, menino. Alguma paz se há-de arranjar.
Menina – Eu Pai-Natal, falei-te duma casinha de bonecas...
Super-Homem – Aqui tens. Mas as bonecas são todas carecas!!!
Menino – Eu… desejava tanto um mundo melhor. Há tantos meninos com fome!!!
Pai-Natal – Ah!, a tua carta estava cheia de amor ! Só te esqueceste de pôr o nome!
Menina – Pai-Natal, não te esqueceste daquela jóia preciosa, pois não?
Pai-Natal – Aqui a tens. Mas não deves ser tão vaidosa.
Menino – Eu, Pai-Natal, queria que o Benfica fosse campeão!!!....
Super-homem – Ah! Aquela carta tão divertida! Diz lá, Pai-Natal, qual a tua intenção!
Pai-Natal – Hm!... Para já ficas com este cachecol como recordação.
Menina – Eu sou muito estudiosa. Pedi-te uma caneta maravilhosa.
Pai-Natal – Aí super-homem, essa caneta cor-de-rosa.
Menino – Pai-Natal, trouxeste a minha bola de futebol?
Pai-Natal – Vê lá, super- homem, se consta do meu rol. Não há sábado sem sol nem menino sem futebol.
Menina – Eu queria, eu queria...saúde para a minha avó!
Pai-Natal – Claro, vou tratar disso. Mas não a deixes ficar só.
Menina – Pai-Natal...eu não tenho coragem...
Pai-Natal - Diz lá, menina. Queres fazer uma viagem?
Menina – Não, Pai-Natal. Eu queria ser uma super-mulher. Ajudar-te sempre no que puder e voar por esse mundo fora. E sempre que visse guerra e luta, usar o meu poder e a minha força lembrando aos homens que, pelo menos no Natal, se devem esquecer de fazer mal.
Pai-Natal – Oh! Oh! Oh! Agora, já tenho super-homem e super-mulher. Vamos os três embora. Nossa tarefa é cumprida.
Super-homem – Espera aí Pai-Natal que meu fato é especial. Preciso de duas palavras mágicas para dar a partida: acatrapá, acatrapim...
Menina – Esperem por mim...Preciso de ir à costureira… Ser super-mulher não é nenhuma brincadeira!
(Saem os três muito entusiasmados, o Pai Natal deixando o seu eco reconhecido. HO!HO!HO!, enquanto o super-homem agarra fortemente na Menina e leva-a pelo ar…)
FIM
Bernardete Costa